
O INE – Instituto Nacional de Estatística, indicou que o “principal contributo para esta desaceleração” está então associado aos “aumentos mensais de preços registados em outubro de 2022 nos produtos alimentares (2,1%) e nos produtos energéticos (6,7%), com destaque para o gás natural (77,4%)”. No que concerne aos custos da energia, os mesmos já estão recuando, existindo igualmente um abrandamento na subida dos custos alimentares.
O INE informou ainda que o IHPC – Índice Harmonizado de Preços no Consumidor, indicador usado para as comparações europeias e que inclui também as despesas dos turistas: terá “registado uma variação homóloga de 3,3% (4,8% no mês precedente)”.