
A crónica do Expresso inicia-se com o título “Um luxo frugal em Sines.”
Ao início pode ler-se: “Daqui saiu quem descobriu o outro lado do mundo, e chega quem busca a grelha amestrada do Bejinha.”
O Expresso, noutro artigo no ano passado, já tinha “certificado” a qualidade que é reconhecida ao Bejinha: “É um caso sério de sucesso na Doca de Sines pela simplicidade, uma das características desta casa sem luxos, aberta em 2006. Serve apenas almoços e aconselha-se vivamente reserva, porque ao meio-dia já há fila para as mesas. Aqui come-se o peixe fresquíssimo, acabado de chegar do mar, apresentado logo à entrada numa montra. Será um espaço com a patente do conceito “da banca para o fogareiro”, porque, após escolhido, o peixe é arranjado à vista do cliente e segue para a grelha. “
Os quase 20 anos, com inúmeras recomendações e reconhecimentos, conhecidos além fronteiras, tem tornado no Bejinha, numa caso sério e cartão de visita de quem visita “gastronomicamente” Sines.