
O movimento que contesta o abate de sobreiros para a construção de um parque eólico em Morgavel, Sines, recorreu para o Tribunal Central Administrativo Sul de uma providência cautelar considerada nula.
Em comunicado, o movimento de cidadãos independentes “Juntos Vamos Salvar os Sobreiros de Morgavel” e a cooperativa Regenerativa anunciaram que interpuseram recurso judicial.
Segundo o movimento, o recurso surge após o Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Beja ter determinado “a inutilidade superveniente da providência cautelar” que havia sido interposta para procurar impedir o corte das árvores no âmbito do projeto do Parque Eólico de Morgavel.
Como os sobreiros foram “cortados em maio deste ano, à revelia do provisoriamente determinado pelo tribunal”, o TAF considerou ter “desaparecido o objecto” da providência cautelar, pode ler-se no comunicado.