
A directora da refinaria da Galp, Cristina Cachola, revelou esta terça-feira que a unidade industrial responsável por abastecer 90% dos combustíveis fósseis consumidos no país vai parar durante 50 dias no último trimestre de 2025.
De acordo com a responsável, trata-se de uma paragem para manutenção, já planeada, sendo que estes trabalhos obrigam a uma paragem de 50 dias, que apenas vai afectar uma das três fábricas, nomeadamente a chamada “fábrica 1”.
Em 2025, a petrolífera irá investir mais de 200 milhões de euros em trabalhos de manutenção e eficiência energética na refinaria de Sines.
No total, entre 2020 e 2026, o investimento da empresa nesta unidade industrial que abastece 90% do consumo nacional de combustíveis fósseis irá chegar a 1,1 mil milhões de euros.
A paragem programada servirá para garantir a substituição de equipamento, tendo em conta o ciclo de vida do mesmo. Quanto às restantes intervenções, espalhadas ao longo do ano, “o objectivo é aumentar a competitividade, com redução de custos de energia, e reduzir as emissões“, afirmou a directora da refinaria de Sines da Galp.
“De forma cíclica, fazemos grandes paragens para manutenção. Investimos na integridade dos activos”, acrescentou, num encontro com os jornalistas, no âmbito de uma visita às instalações da Galp em Sines.