Greve continua no Terminal XXI

o secretário-geral do SIEAP, Cláudio Santiago, falou no inicio da semana à agência Lusa da “mobilização significativa dos trabalhadores” que nos dois primeiros turnos do dia tinha afectado 50% das operações. Ou seja, “das 12 gruas a operar, seis estão paradas”, afirmou o sindicalista.

“Esta greve é uma consequência direta das decisões unilaterais que são tomadas pela administração da empresa”, nomeadamente “a questão dos horários de trabalho, que foram alterados sem qualquer aviso prévio e a quebra de compromissos ao cessar o acordo que garantia as progressões nas carreiras”, prosseguiu Cláudio Santiago, esperando que a paralisação “possa abrir portas a uma real negociação e, acima de tudo, encontrarmos pontos comuns para ultrapassar essas dificuldades”.

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