Ecoslops assinala uma década de actividade no Porto de Sines.

Ecoslops assinala uma década de actividade no Porto de Sines, embora o seu futuro permaneça incerto, dado que a concessão actualmente em vigor finda em 2027 e a sua continuação ainda não se encontra assegurada.

A unidade de refinação da empresa, dedicada à conversão de resíduos marítimos em combustíveis e betume, opera no Terminal de Granéis Líquidos do Porto de Sines ao abrigo de uma subconcessão da CLT, sociedade pertencente à Galp.

Desde o arranque das operações, estima-se que tenham sido evitadas cerca de 130 mil toneladas de emissões de CO₂, ao mesmo tempo que se ultrapassaram as 200 mil toneladas de combustíveis reciclados produzidos.

Encontram-se delineados novos investimentos na ordem dos cinco milhões de euros, destinados a ampliar em 40% a capacidade anual da refinaria, que deverá atingir as 35 mil toneladas, elevando igualmente o volume de receitas para aproximadamente 15 milhões de euros por ano.No decurso da subconcessão, a Ecoslops aplicou já mais de 35 milhões de euros em trabalhos de manutenção e modernização das suas estruturas.

A unidade de Sines entrou em funcionamento em 2014, apoiando-se numa tecnologia que a empresa afirma ser “sem paralelo no mundo”, capaz de converter os óleos residuais provenientes dos navios em fuel, gasóleo e betume através de processos de refinação e reciclagem.

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