
A paciência está a esgotar-se no Litoral Alentejano. O estado de degradação de várias estradas, com buracos sucessivos e piso irregular, está a provocar danos frequentes nas viaturas e a alimentar a revolta de quem depende diariamente destas ligações para trabalhar, estudar ou aceder a serviços essenciais.
Em alguns troços, muitos populares já se queixaram do caminho de obstáculos, que as vias se tornaram com prejuízos que vão de pneus furados a jantes danificadas e problemas na suspensão. Entre as vias mais referidas como críticas surgem o IC33, a EN120 e a EN261, além de outras ligações secundárias que atravessam os concelhos do litoral. A situação é apontada como recorrente e generalizada, afectando deslocações diárias, transporte de mercadorias e até a resposta de serviços, com queixas crescentes sobre segurança rodoviária, sobretudo em períodos de menor visibilidade e em dias de chuva. As autarquias e populações têm vindo a exigir uma intervenção rápida, com reparações eficazes e não apenas remendos temporários.
A contestação começa a ganhar mais força e a apontar directamente responsabilidades políticas, colocando o Ministério das Infraestruturas sob pressão para apresentar um plano concreto: Obras no terreno, prazos definidos e garantias de segurança para quem circula no Litoral Alentejano.