
A Comissão Central de Trabalhadores da Petrogal classifica como “crime económico e social” um eventual negócio entre a Galp e a Moeve, por considerar que pode fragilizar a indústria nacional e a autonomia energética do País.
Em causa estará uma reorganização dos activos de refinação, petroquímica e venda de combustíveis na Península Ibérica, com duas estruturas: uma para retalho e mobilidade, com controlo partilhado, e outra industrial, onde a Galp ficaria em minoria.
A CCT alerta para os riscos para a refinaria de Sines, para o investimento e para o emprego, exigindo clareza sobre impactos e garantias de futuro.