
As federações sindicais ligadas à CGTP, em Portugal, e à CCOO, em Espanha, exigiram mais esclarecimentos sobre o processo de fusão entre a Galp e a Moeve, considerando que a informação pública disponível é insuficiente face à dimensão e às consequências potenciais da operação.
As duas estruturas defendem que trabalhadores e representantes sindicais devem ter acesso a dados concretos sobre o modelo que está a ser preparado, o calendário de decisões e os impactos previstos na organização do trabalho, nas condições laborais e na manutenção do emprego.
Os sindicatos alertam ainda para o peso estratégico do sector energético e para a necessidade de acompanhamento público e institucional, pedindo que a operação seja conduzida com transparência e com garantias claras quanto ao futuro das unidades industriais e dos postos de trabalho associados.