Empréstimo da La Seda na lista de maiores perdas da CGD.

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São sete operações de crédito onde existiu um conjunto de falhas nos procedimentos internos do banco e de decisões dos órgãos de decisão que se traduziram num aumento grave da exposição da CGD ao risco, sendo a La Seda, uma dessas operações de crédito.

O relatório da EY, a que o Jornal Económico teve acesso, apontou as operações de crédito com maior risco associado. O crédito à Artlant (La Seda); o crédito à Fundação Berardo e o empréstimo à Investifino lideram o grupo de sete operações de crédito da CGD que mais imparidades geraram.

O crédito à Artlant (fábrica da La Seda em Sines) que se encontra em liquidação, cuja exposição em 31 de dezembro de 2015 (limita máximo do período analisado) ainda era 350,8 milhões de euros e tinha imparidades de 211,19 milhões (60,2%).

Recorda-se que a Indorama Ventures, é a actual proprietária da antiga fábrica da Artlant em Sines, investiu 150 milhões de euros em tesouraria e na retoma da produção.

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