
Ao quinto dia da greve, convocada por tempo indeterminado pelo SNMMP, os motoristas “continuam decididos até que as coisas mudem”, mas a “cumprir os serviços mínimos enquanto não for levantada a requisição civil”, adiantou Carlos Bonito à agência Lusa.
As primeiras viaturas “voltaram a sair hoje [sexta-feira] por volta das 07:00” da refinaria de Sines da Petrogal “para abastecerem os postos da REPA [Rede de Emergência de Postos de Abastecimento]” e garantir “que os serviços mínimos sejam cumpridos”, apesar das pressões a que são sujeitos.
“O pessoal está firme mas eles [empresas] estão a dar muitos serviços, para além dos mínimos. Na requisição civil temos de fazer oito horas por dia mas eles metem os serviços que querem”, acrescentou o dirigente, sem se alongar.
A greve dos motoristas de matérias perigosas está hoje no quinto dia, depois de um dos sindicatos que convocaram a paralisação ter desconvocado o protesto.