
A posição de António Costa foi transmitida ontem no debate quinzenal, no parlamento, em resposta a questões formuladas pelo deputado do PEV José Luís Ferreira, que também questionou o líder do executivo sobre que medidas tem previstas para os cerca de 600 trabalhadores destas centrais, “alguns dos quais com vínculos precários”.
Depois de José Luís Ferreira salientar que o Estado, do ponto de vista contratual, em nada está obrigado a compensar a EDP pelo encerramento da sua central a carvão – já que o contrato finda em 2021 -, o primeiro-ministro deixou então uma garantia.
“Não haverá qualquer compensação pelo encerramento da central de Sines. Não há lugar a qualquer compensação”, frisou.
Já em relação aos trabalhadores da central, o primeiro-ministro referiu que está “a ser desenvolvido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional um projecto financiado pelo fundo ambiental tendo em vista estudar as necessidades de requalificação“.
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