
O Porto de Sines, o maior porto nacional, foi “responsável”, nas palavras da AMT por 92% das perdas nacionais, ao recuar 13% para cerca dos 42,7 milhões de toneladas. Vários motivos podem ser apontados para esta quebra: As paragens programadas da Central de Carvão e na Refinaria, e o Terminal XXI, onde existiu um derrame e perturbações laborais em Maio e Agosto.
Em termos globais, nos dez primeiros meses do ano os portos do Continente movimentaram 31,6 milhões toneladas de carga geral (-7,5%), sendo 25,5 milhões de toneladas (-12,5%) de carga contentorizada, 4,49 milhões (+1,4%) de carga geral fraccionada, e 1,6 milhões (+16,9%) de carga ro-ro.
Nos granéis líquidos movimentaram-se 26,96 milhões de toneladas (+1%) e nos granéis sólidos 14,3 milhões de toneladas (-11,6%).