
“Actualmente temos 64 mil trabalhadores em teletrabalho. É preciso ter noção de que este número não inclui trabalhadores dos serviços essenciais, como profissionais de saúde, serviços de segurança, serviços de socorro, forças armadas, os serviços de transporte e outros serviços essenciais cuja mobilização e prontidão obstem ao teletrabalho”, disse o governante à Lusa.
José Couto acrescentou que as escolas, que até à semana passada estiveram encerradas, “não fazem parte deste reporte”, que é feito por uma rede de pontos focais, entre os serviços públicos e a Direção-geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).
O secretário de Estado afirmou que a passagem ao teletrabalho “teve de ser muito rápida” e “feita com aquilo que os serviços detinham na altura” em termos de equipamentos, contando ainda “com a boa vontade de trabalhadores e muitas vezes com equipamentos dos próprios”, que tiveram de ser adequadamente programados.