
Santos Silva diz-se “triste” com a Operação Influencer, mas “também não se conforma”, e lembra a detenção do presidente da Câmara de Sines que esteve “num calabouço” durante seis dias, sem ser indiciado
.”Já alguém lhe pediu desculpa? Peço-lhe eu, porque sou presidente da Assembleia da República”, atira.
Santos Silva fala ainda em “cinismo” de “algumas pessoas” que pedem uma acusação ao primeiro-ministro para que “a democracia seja preservada”. “Revolta a minha consciência”, refere, falando numa “inversão” da lógica.