
Segundo avança o Público, na justiça, só nos tribunais administrativos há mecanismos para parar trabalhos em curso e evitar mais danos ambientais.
Perante as notícias que dão conta da destruição de habitats prioritários nas obras em curso para a construção do megacentro de dados em Sines, o Ministério Público pode interpor uma providência cautelar no Tribunal Administrativo de Beja destinada a interromper os trabalhos.