
Os projetos que a Galp tem planeado para Portugal, sendo que um deles, é um investimento na ordem dos 650 milhões para descarbonizar a refinaria de Sines, “dependem de um equilíbrio entre riscos e rentabilidade”, afirmou fonte da petrolífera ao Jornal Negócios (acesso pago), admitindo que a carga fiscal no país pode “funcionar como acelerador ou travão de uma decisão de investimento”.
Estas declarações surgem depois de, recentemente, a administradora financeira da Galp, Maria João Carioca, ter alertado para a “pesada tributação” que atinge os negócios da empresa na Península Ibérica, esperando que não impeça a petrolífera de “avançar mais depressa na região”.