Activistas acusados de “tentativa de sabotagem de uma infraestrutura crítica”: Terminal REN em Sines

Segundo avança o Expresso (acesso pago), sucede no seguimento do bloqueio em meados de Maio do ano passado do Terminal de GNL (Gás Natural Liquefeito) da REN dentro do perímetro portuário de Sines.

Na altura os activistas descreveram como: “protesto colectivo de desobediência civil”. Na altura, o grupo de activistas bloqueou duas entradas do terminal de gás natural da REN, em Sines, ligando os braços com tubos para impedir a entrada e saída de veículos.

Cortaram também a entrada por mar e ficou fechada a válvula de emergência que bloqueia o fluxo de gás natural do gasoduto.

Segundo o Expresso, as autoridades acusam os activistas climáticos de estarem a radicalizar-se e de terem tentado sabotar uma infraestrutura crítica. A informação consta no mais recente RASI – Relatório Anual de Segurança Interna, um documento a que o Expresso teve acesso e que ainda não teve a luz verde do Ministério da Administração Interna para ver oficialmente a luz do dia.

Recorde-se que os activistas climáticos tem elevado a fasquia dos seus protestos no nosso país, tendo protagonizado diversos episódios de resistência, tendo recentemente alguns destes activistas ido a tribunal por desobediência civil. Noutro plano, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos rejeitou queixa de jovens portugueses contra 32 países por inacção climática

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