Juiz de instrução valida todas as provas recolhidas na Operação Influencer

Chegou a ser noticiada como uma espécie de “bomba atómica” que podia colocar em causa os autos da Operação Influencer.

Mas a decisão do juiz de instrução Nuno Dias Costa está nos antípodas dessa expetativa e recusou todos os argumentos apresentados pela defesa de Afonso Salema, CEO da Start Campus, avançou o Jornal de Notícias

A defesa de Afonso Salema requereu ao Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) que fosse declarada a nulidade da prova recolhida pela PSP nas diligências do caso Influencer nas operação de busca e apreensão do dia 7 de novembro de 2023.

Aproveitando uma ‘porta aberta’ deixada em aberto pelos acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa que revogou todas as medidas de coação decretadas pelo juiz de instrução Nuno Dias Costa e que admitiu a hipótese teórica de o papel da PSP enquanto órgão de polícia criminal (OPC) ser discutido na primeira instância, advogado Pedro Duro alegou junto do TCIC que a Polícia Judiciária era o único OPC admitido por lei para investigar os crimes que estão a ser investigados pelo Ministério Público (MP) nos autos do caso Influencer.

Contudo, o juiz de instrução Nuno Dias Costa rejeitou totalmente os argumentos da defesa e validou todas as provas que a PSP recolheu nos autos do caso Influencer.

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