
É uma decisão do Governo que pode fazer conflito com a EDP. Em 2017, a EDP vai manter o controlo da central de Sines, sem pagar ao Estado mais do que o aluguer dos terrenos. Quando foram renegociados novos prazos de exploração, com o fim do monopólio da energia, esta central ficou de fora, vigorando a licença original que fixa como prazo o próximo ano, sendo que a partir dai, a exploração deixa de representar uma contrapartida para o Estado. Agora, o Ministério da Economia quer resolver a matéria. Em cimanda mesa, está o vazio legal que pode valer aos cofres do Estado 400 milhões de euros nos próximos dez anos.