
O “crescimento global” dos portos nacionais deveu-se ao porto de Sines. Isto porque foi o único que realmente cresceu até ao mês de Julho. O crescimento de 9,6% até Julho de 2015 (2,5 milhões de toneladas), já representa 53,8% do total – é essa quota de mercado que “arrasta” consigo todo o sistema portuário nacional. Os restantes portos representam outros níveis de quota Leixões (19,6%), Lisboa (10,3%) e Setúbal (8,5%). Em matéria de contentores, o parco crescimento dos portos de Setúbal, Leixões, Figueira da Foz e Sines com taxas positivas de 12,7%, 8,1%, 3,5% e 1,6%, não conseguiram evitar o afundanço ( -34,1%) do Porto de Lisboa. Em Sines, o segmento menos lucrativo dos contentores, o transhipment, já vale 78,4% do total, existindo a quebra na parte de exportação/importação. O carvão e os produtos petrolíferos são os sectores que mais valorizaram o Porto de Sines neste período.