LioCrunch inaugura a rubrica “Marcas da Nossa Terra”

Estreamos com a LioCrunch uma nova rubrica dedicada aos empreendedores locais e a quem se dedica a criar, inovar e fazer crescer projetos que contribuem para afirmar Sines e a região. Em “Marcas da nossa Terra” damos voz às pessoas, às ideias e às histórias que inspiram e mostram o talento que existe na nossa terra.

Apresentem-se para quem ainda não vos conhece. Somos a Andreia e o Daniel, um casal de Sines. Criámos a LioCrunch depois de percebermos que os produtos liofilizados ainda eram pouco conhecidos em Portugal e vimos aí uma oportunidade para trazer algo diferente e inovador.

Sendo um projeto com ligação local, que importância tem para vocês crescer a partir da região? Tem muita importância para nós. Muitas pessoas associam os projetos inovadores às grandes cidades, por isso temos muito orgulho em mostrar que uma marca diferente também pode nascer e crescer a partir de Sines e da nossa região.

A LioCrunch nasceu de uma ideia pessoal, familiar ou empresarial? Como começou tudo? Nasceu de uma ideia pessoal e rapidamente se tornou num projeto familiar. Eu já conhecia a tecnologia da liofilização e, depois de experimentarmos este tipo de produto numa viagem, decidimos investir as nossas poupanças no primeiro liofilizador e arriscar.

O que sentiram que faltava no mercado e que a LioCrunch veio tentar preencher? Sentimos que a liofilização ainda era praticamente desconhecida no mercado português. Começámos pelos doces e, mais tarde, avançámos também para a fruta, criando uma opção de snack mais natural e prática.

De que forma o território, os hábitos das pessoas ou a proximidade com os clientes influenciam o vosso trabalho? Apesar de termos começado sobretudo online, as feiras e os eventos da região têm sido muito importantes. Permitem-nos ver as reações das pessoas, perceber os seus gostos e receber sugestões diretamente dos clientes.

Como tem sido a resposta das pessoas da região desde que a LioCrunch começou a ganhar visibilidade? A resposta tem sido muito positiva. Desde o início houve muita curiosidade e, à medida que fomos aparecendo em eventos, entrevistas e televisão, cada vez mais pessoas passaram a conhecer e a querer experimentar os nossos produtos.

As redes sociais têm sido importantes para divulgar o projeto e chegar a novos clientes? As redes sociais são a chave do nosso crescimento. No próprio dia do lançamento, a 10 de julho de 2024, recebemos logo várias encomendas graças ao primeiro vídeo que publicámos e, desde então, têm sido fundamentais para divulgar a marca.

Que papel pode ter uma marca local como a LioCrunch na valorização do empreendedorismo da região? Pode mostrar que existem boas ideias, inovação e pessoas empreendedoras também fora dos grandes centros. Acreditamos que é importante investir na região e contribuir para o seu crescimento.

Sentem que há espaço para mais projetos locais crescerem e afirmarem-se fora da região? Sem dúvida. Há muitas ideias por explorar e, atualmente, com as redes sociais e as vendas online, um projeto local pode chegar facilmente a todo o país e até ao estrangeiro.

Que planos existem para o futuro da LioCrunch? Queremos continuar totalmente focados na liofilização, criando novos produtos e novas gamas. Estamos sempre a testar frutas, doces e outras novidades, como os gelados liofilizados.

Onde é possível encontrar ou encomendar os produtos da LioCrunch? Os produtos podem ser encomendados através do site http://www.liocrunch.com. Também estamos presentes no Facebook, Instagram e TikTok e participamos regularmente em feiras e eventos da região.

Que mensagem gostariam de deixar às pessoas da região que acompanham ou ainda vão descobrir a LioCrunch? A principal mensagem é que não desistam dos seus sonhos. Agradecemos muito o apoio da região e convidamos quem ainda não conhece a LioCrunch a experimentar, porque é uma experiência realmente diferente.

Se tivessem de definir a LioCrunch enquanto projeto local numa só frase, qual seria? A LioCrunch é a prova de que uma ideia inovadora pode nascer num local menos provável e chegar a todo o país e ao estrangeiro.

Nota: Agradecemos a disponibilidade da LioCrunch para esta rubrica e pela partilha da sua história. Recomendamos que acompanhem a LioCrunch nas suas redes sociais.

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