Uma boa parte da área costeira do Litoral Alentejano faz parte das zonas onde a apanha de bivalves foi interdita devido à presença de toxinas causadoras de intoxicação diarreica, de acordo com informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O IPMA explica, em comunicado publicado na sua página na internet, que a proibição da apanha de bivalves para comercializar e para consumo se deve “à presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas ou de contaminação microbiológica acima dos valores regulamentares”. A interdição é temporária até nova ordem contrária.
