Cinema do Mundo no Centro de Artes de Sines

 

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O novo ano no Centro de Artes de Sines tem início, no auditório, com cinema do mundo: “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert (Brasil), no dia 7 de Janeiro, “Minha Mãe”, de Nanni Moretti (Itália), no dia 21 de Janeiro, e “Os Refugiados de Barrancos”, de Producciones Mórrimer (Espanha), no dia 27 de Janeiro.

“Que Horas Ela Volta”

Resumo: A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.

“Minha Mãe”

Resumo: Margherita está a passar por uma grave crise existencial. Ela é uma realizadora de sucesso que está a fazer um filme sobre os trabalhadores de uma fábrica que foi vendida a uma multinacional. O gerente dessa fábrica é interpretado pelo famoso actor americano Barry Huggins. Ao mesmo tempo, com o irmão Giovanni, ela cuida da mãe em fase terminal, uma situação inevitável que Margherita não consegue aceitar.

“Os Refugiados de Barrancos”

Resumo: Os refugiados de Barrancos” é o título do documentário realizado pela Asociación Cultural Mórrimer (Llerena, Badajoz), na qual colaboraram os próprios intervenientes, jornalistas e escritores espanhóis e portugueses.

No total são 18 intervenções, da qual se destacam os testemunhos dos 10 refugiados que viveram os acontecimentos, da antropóloga Dulce Simões, do político e historiador Fernando Rosas, dos historiadores espanhóis Francisco Espinosa y José María Lama e dos jornalistas Paulo Barriga (português) e Alonso de la Torre (espanhol).

O documentário conta a história dos Campos de Concentração da Coitadinhas e de Russianas, em Barrancos, destinados a acolher e a proteger os espanhóis que fugiam da repressão franquista em Setembro de 1936, inícios da guerra civil espanhola.

 

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