Galp admite investir mais em Sines, mas pede regras estáveis.

A Galp admite realizar novos investimentos na Refinaria de Sines, mas considera essencial existir maior previsibilidade nas regras e nos incentivos ao setor, para permitir decisões de longo prazo.

A empresa indica que a refinaria tem funcionado perto da capacidade máxima, pelo que aumentar a produção exigiria investimentos adicionais. Em curso estão projetos de hidrogénio verde e de biocombustíveis avançados, num investimento conjunto anunciado de 650 milhões de euros, destinados a apoiar a transformação industrial e a produção de combustíveis de menor intensidade carbónica. A petrolífera considera que estes projetos permitem cumprir as metas nacionais até 2030, mas pede orientações para a década seguinte, apontando Espanha como exemplo de maior definição dos objetivos e dos apoios públicos.

A posição surge numa altura em que a Comissão Europeia procura reforçar a segurança do abastecimento e promover a modernização das refinarias europeias.

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